As 3 principais razões para alfabetizarmos pelo método fônico

As 3 principais razões para alfabetizarmos pelo método fônico

As 3 principais razões para alfabetizarmos pelo método fônico

1) O método fônico é o método de alfabetização mais eficaz

As  descobertas mais recentes  da neurociência sobre como o cérebro aprende, em especial, sobre como o cérebro aprende a ler corroboraram as práticas de alfabetização pelo método fônico como as mais eficazes para ensinar a ler e escrever. 

Por outro lado, temos que estudos da ciência cognitiva da leitura  rechaçaram veementemente métodos de alfabetização como os métodos globais e ideovisuais, utilizados com predominância pelas escolas brasileiras. 

Assim, o método de alfabetização mais eficaz, de acordo com as evidências científicas, é o método fônico.

2) O método fônico é o único que ensina a decodificação de forma direta, explícita e sistemática, criando condições para a aquisição da fluência e compreensão em leitura.

É o método que desenvolve na criança as habilidades necessárias para se tornar um leitor autônomo, capaz de decodificar novas palavras de forma automática.

Um dos objetivos desse método é ensinar  a criança a decodificar, fazer a relação entre as letras do nosso alfabeto e o sons que essas letras  representam.

Uma vez que a criança a automatiza o processo de decodificação em seu cérebro ela lê ( decodifica) qualquer palavra da língua portuguesas, ainda que desconhecido o seu significado.

A decodificação ocupa um espaço importante em nossa memória de trabalho.

A automatização da decodificação,  libera parte significativa da memória de trabalho fazendo com que nosso cérebro  se ocupe, de forma mais engajada, em compreender o sentido das  palavras,  pois não precisa se preocupar em transformar as letras em sons.

 3) O método fônico é o método mais usado nos países com melhores resultados em leitura.

Os países membros da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) cujas crianças alcançaram os melhores resultados  no desempenho em leitura e escrita do teste PISA 2015 ( Programme for International Student Assessment) foram justamente aqueles que adotaram, prioritariamente, o método fônico de alfabetização em seu sistema de ensino.

Vale ressaltar que os países mais enfático na adoção do método fônico são: Austrália, Estados Unidos, Inglaterra, Finlândia, França e Portugal

Em vista dos três argumentos apresentados acima, há de se concluir que o método fônico não só é o que melhor ensina a  decodificar, como também é o método apontado pela ciência como o mais eficaz para ensinar a ler e escrever com fluência, compreensão e autonomia.

Eis, portanto, as 3 principais razões para alfabetizarmos pelo método fônico, nossas crianças.

 

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Referências:

DEHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura: como a ciência explica a nossa capacidade de ler. Porto Alegre: Penso, 2012

OLIVEIRA, João Batista Araújo e. ABC do alfabetizador. Brasília: Instituto Alfa e Beto,2008.

Fracasso escolar e alfabetização

Fracasso escolar e alfabetização

Fracasso escolar e alfabetização estão diretamente ligados. 

Você sabia que o fracasso escolar de uma  criança pode estar relacionado com o fato de que ela está não compreende o que lê? 

Isso pode estar acontecendo porque essa criança não aprendeu a ler da forma correta, através de um método eficaz.

Causas e consequências da adoção de um método de alfabetização ineficaz

Pessoal, uma coisa é fato,  nossos jovens estão saindo do sistema escolar lendo com dificuldade, sem conseguir compreender e interpretar textos simples. Ou seja, praticamente analfabetos funcionais.

Para comprovar isto,  basta conversar com alguém que trabalha, por exemplo, com RH,  no recrutamento e seleção.

Um absurdo. Passam vários anos na escola e saem analfabetos funcionais. Isso é inacreditável. 

Sabe por que isso está acontecendo? Por que estão ensinando nossas crianças a ler do jeito errado, usando métodos e práticas pedagógicas ineficazes. 

O principal vilão é a utilização, de métodos de alfabetização inadequados,  na maioria das escolas do Brasil, desde o início da década de 90 até hoje.

 

Uma questão de método

Eu bato tanto nessa tecla do método de alfabetização, pois, a dificuldade de interpretar e compreender textos, para surpresa de muitos,  está diretamente ligada ao método de alfabetização usado para ensinar a criança a ler e escrever. 

Isto já foi comprovado pela Ciência Cognitiva da Leitura que tem como objeto de, estudo como nosso cérebro trabalha quando estamos aprendendo a ler e enquanto estamos lendo.

Os países como EUA, França, Finlândia, Inglaterra, Austrália e Portugal,  acolheram as evidências científica e adotaram o método fônico como prioritário na educação de suas crianças, estão obtendo ótimos resultados nos testes que avaliam o desempenho em leitura, como o PISA.

O Brasil, por outro lado, ignora as evidências científicas e adota métodos e práticas já condenados como ineficazes para alfabetizar. 

Por trás dessas escolhas desastrosas de métodos e práticas pedagógicas ineficazes, como o construtivismo,  tem toda uma abordagem ideológica que permeia o discurso acadêmico no Brasil. 

Fato é que, temos um enorme número de analfabetos funcionais, que reflete no baixíssimo nível dos nossos alunos e consequente baixíssimo nível de nossa mão-de-obra.

E eu não estou falando apenas de alunos da rede pública não. De acordo com os resultados do último PISA, os melhores alunos do Brasil atingiram níveis medianos em desenvolvimento em leitura, comparados a alunos de países cujo método de alfabetização adotado é o fônico.

Isso não é coincidência é ciência.

Método fônico – um passo importante para o sucesso.

O método fônico pode não ser a solução para o fracasso do sistema educacional no Brasil, mas é parte uma parte importante que não deve ser deixada de lado.

Diante desse quadro medonho, não podemos ficar parados vendo nossos filhos se tornarem mais uma vítima desse sistema falido. 

Para ter sucesso na escola e na vida é preciso saber ler e compreender, e o caminho para isso é uma alfabetização eficaz, aplicando o método fônico, o melhor método de alfabetização de acordo com evidências científicas.

Sucesso na alfabetização, sucesso como leitor, sucesso na escola, sucesso na vida.

Bem, eu fico por aqui, 

Parabéns por ter lido este artigo até o final. Esteja certo de que você adquiriu um conhecimento valioso nestes poucos minutos.

Fracasso escolar e alfabetização. Isso pode ser mudado.

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Conhecendo o método fônico de alfabetização

O que é o método fônico de alfabetização.

Conhecendo o método fônico de alfabetização você irá entender porque este é o melhor método de alfabetização. E digo mais, se você aplicar este método de forma correta, verá os resultados de sucesso que comprovarão o que a Ciência Cognitiva da Leitura afirma.

O método fônico é um  método de alfabetização que ensina, de forma explícita, direta e sistemática, a relação fonema-grafema.

Neste método, o alfabetizando deverá aprender os fonema da língua, bem como os grafemas que representam os fonemas

Fonemas são abstrações, não se tratam propriamente de sons, contudo, para fins didáticos, ao longo deste artigo, iremos nos referir aos fonemas como as menores unidades de sons da fala.

Quanto aos grafemas, tratam-se de caracteres abstratos que representam graficamente os fonemas, podendo ser chamados de letras. O conjunto das letras capaz de representar todos os fonemas de uma determinada língua é chamado de Alfabeto.

Existe um método melhor que os outros?

Sim, existe um método melhor que os outros.  O método de alfabetização mais eficaz, de acordo com as evidências científicas, é o MÉTODO FÔNICO.

Contudo, existe um mito que permeia o discurso acadêmico e prático sobre alfabetização no Brasil de que qualquer método de alfabetização funciona, sendo válido, até mesmo, fazer uma mistura de métodos. Isto é errado.

Métodos são processos usados para alcançar determinado objetivos.

Cada método leva a um determinado fim, portanto, não é recomendável mistura de métodos.

Quem segue por vários caminhos não chega a lugar nenhum, ou, quando chega, se perde muito ante de alcançar o destino almejado. Portanto, quando  temos um objetivo certo, é importante escolhermos, previamente, o melhor caminho e seguirmos por ele até o final.

Conhecendo o método fônico e percorrendo as etapas propostas, certamente, o alfabetizador alcançará o objetivo final do processo  de alfabetização , que é  a conquista  das habilidades de  ler e escrever com autonomia e compreensão.

Há 20 anos, países como EUA, Inglaterra, França, Portugal e outros vêm fazendo uma revisão e atualização de suas políticas de alfabetização, condenando métodos comprovadamente ineficazes como os métodos ideovisuais, alfabéticos e global, e,  ao mesmo tempo, recomendam, de forma generalizada, o uso dos métodos fônicos.

Estas recomendações são baseadas em resultados de pesquisas científicas, que comprovaram a superioridade do método fônico.

Com efeito, o método fônico, por ser o mais eficaz no ensino da decodificação, ponto central da alfabetização, é o método mais eficaz de alfabetização.

Objetivo do método fônico.

O objetivo do método fônico é levar a criança a adquirir o princípio alfabético.

Adquire-se o princípio alfabético com a compreensão de que as letras do alfabeto representam as menores unidades de sons da fala, ou seja, que os grafemas (letras) representam os fonemas (menores unidades de sons da 

Principais etapas da alfabetização pelo método fônico.

A alfabetização é um processo, e como tal, compõe-se de várias etapas que devem ser seguidas para se chegar ao ato final, que é a aquisição das habilidades de leitura e escrita com autonomia e compreensão.

Para que o fim deste processo seja alcançado com sucesso, é preciso passar por determinadas etapas, de forma sequenciada e sistematizada.

Trata-se de uma sequência de passos interdependentes, onde o desempenho em uma etapa depende do sucesso adquirido na etapa anterior.

 Vejamos estas etapas na sequência que devem ser ensinadas:

1) Ensino dos  fonemas da língua;

2) Ensino dos nomes das letras e suas formas;

3) Ensino das relações ente grafemas ( letras) e fonemas

4) Análise de fonemas ( decodificar = ler)

5) Síntese de fonemas ( codificar = escrever)

6) Manipulação de fonemas

7) Automatização da decodificação

8) Aquisição da  fluência

9) Aquisição da compreensão

 

Como se alcançar a fluência e a compreensão.

O nível de leitura com fluência e compreensão será alcançado conhecendo o método fônico de alfabetização e percorrendo, com sucesso, cada uma de suas etapas.

Uma vez adquirido o princípio alfabético, o aluno será capaz de decodificar,  de forma autônoma, qualquer palavra da língua, ainda que desconhecida.

Contudo, o segundo estágio da leitura, que é a fluência,  será alcançado com a prática e consequente automatização da decodificação.

Depois de consolidada a automatização da decodificação e adquirida a fluência,  o aluno passará a compreende o que lê, pois terá todo o seu foco voltado para a compreensão e contextualização do que está lendo.

Não precisará mais ocupar parte de sua memória de trabalho para transpor letras em sons, pois esse processo já foi automatizado pela aquisição da fluência.

Enfim, o método fônico de alfabetização é o único método que percorre as vias, conforme a neurociência nos mostra, que nosso cérebro segue no processo de aprendizagem da leitura, sendo, por isto, o método mais eficaz.

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Referências:

Comissão de Educação e Cultura. Alfabetização Infantil: Os novos Caminhos. Relatório Final do Grupo de Trabalho Brasília: Câmara dos Deputados, Comissão de Educação e Cultura, 2003.

OLIVEIRA, João Batista Araujo e. ABC do alfabetizador. Brasília: Instituto Alfa e Beto,2008.

Consciência fonêmica na alfabetização

Desenvolver a consciência fonêmica é fundamental

Há muitos anos tem se discutido a relevância da consciência fonêmica no processo de alfabetização.

Em 1997, o National Reading Panel ( Comitê Nacional de Leitura) americano, composto por especialistas em educação e áreas afins,  elaborou um relatório que concluiu o seguinte:

O ensino direto, explícito e sistemático da consciência fonêmica (relação som-símbolo) é fundamental no processo de alfabetização, devendo ser introduzido já na educação infantil.

Esse relatório influenciou a legislação dos EUA sobre educação a partir de então, que acolheu o ensino direto, explícito e sistemático da consciência fonêmica no processo de alfabetização em suas escolas, adotando com isso o método fônico de alfabetização.

Onde ficamos para trás

Diferente dos EUA, em todos os documentos norteadores do sistema de ensino brasileiro (abrangendo o sistema público e privado) há pouquíssima ou nenhuma menção ao desenvolvimento da consciência fonêmica como habilidade preditora de uma alfabetização bem sucedida.

Essa, bem como outras  escolhas que nossos governantes vêm tomando em relação à educação, colocou o desempenho em leitura dos brasileiros abaixo da média comparados aos estudantes de outros países membros da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Veja no site do INEP o resultado do PISA 2015.

Encarando de frente o problema

Diante desse quadro de negligencia do Estado brasileiro resolvi não ficar de braços cruzados vendo meus filhos à deriva das descobertas científicas sobre educação.

 

 Tomei três atitudes:

  •   Estudei

Procurei saber o que as evidências científicas mais recentes consideravam as melhores práticas em educação. Pesquisei em artigos, livros e sites sobre o assunto.

  •   Me Capacitei

Participei de cursos de capacitação em alfabetização com foco no desenvolvimento da consciência fonológica;

  •  Apliquei

Sou praticante da educação domiciliar complementar. Faço, diariamente, com meus filhos atividades que estimulam o desenvolvimento das habilidades relacionadas ao desenvolvimento da consciência fonológica.

Como ficam nossos filhos

Se não agirmos, corremos o risco de vermos nosso filho enfrentando dificuldades no decorrer de sua vida escolar e até profissional, passado por um processo de alfabetização suficientemente eficaz  para lhes proporcionar autonomia em seu processo de aprendizado.

Um leitor deficiente terá seu desenvolvimento escolar prejudicado, pois somente leitores eficientes compreendem o que leem e consequentemente aprendem.

Afinal de contas, é preciso ler para aprender.

Vamos agir

  • Não entregue nas mãos do Estado brasileiro os rumos da educação de seu filho.
  • Não deixe que os documentos oficiais digam o que seu filho deve aprender.
  • Pratique educação domiciliar, ensine a ele aquilo que ele realmente precisa aprender para ter sucesso em todas as áreas da vida.

Venha comigo

Neste espaço vou compartilhar meus conhecimentos sobre alfabetização e consciência fonológica, bem como minhas experiências no ensino domiciliar.

Nossos filhos, crianças brasileiras, merecem estar a par do que há de melhor em educação.

Ensine seu filho em casa aquilo que a escola não está ensinando. Vamos formar uma rede de pais conscientes e responsáveis pela educação de seus filhos.

Para aprofundar seus conhecimentos acesse outros artigos no site http://alfafonico.com.br

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Qual o melhor método de alfabetização?

De acordo com as evidências científicas o melhor método de alfabetização é o  fônico sintético.

O método fônico de alfabetização tem como objetivo a preparação do aluno para a aquisição do PRINCÍPIO ALFABÉTICO, o que o tornará apto para a DECODIFICAÇÃO (leitura) e CODIFICAÇÃO (escrita) num sistema alfabético de escrita como é o nosso.

A principal habilidade desenvolvida no MÉTODO FÔNICO é a CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA, que acontece quando o aluno percebe que as palavras são formadas por pequenas unidades sonoras (fonemas) que são representadas na escrita por letras (grafemas). O melhor meio de se avaliar a CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA de um leitor é medindo a capacidade de manipulação dos fonemas dentro das palavras.

Para que uma pessoa vá da condição de decodificador para a de um leitor eficiente, que compreende o que lê, é preciso que tenha automatizado o processo de decodificação, para que o cérebro possa se ocupar de forma mais abrangente do processo de compreensão.

A automatização da decodificação só acontece quando a CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA já foi internalizada, e o PRINCÍPIO ALFABÉTICO adquirido, sendo que para desenvolver esses dois processos principais é necessário o domínio de algumas habilidades específicas, tais como:

    • Conhecimento dos fonemas da língua estudada
    • Conhecimento das letras e respectivos nomes
    • Relação grafo-fonêmica
  • Capacidade de análise e síntese de fonemas
  • Manipulação de fonemas

Essas habilidades devem ser ensinadas pelo professor de forma explícita e direta, através de atividades sistematizadas, com objetivos claros, do mais simples para o mais complexo, passando por revisões e avaliações para verificar o grau de retenção do conteúdo e possibilidade de progressão do aluno.

Cabe ao professor criar atividades lúdicas e criativas para motivar os alunos a praticarem as habilidades necessárias para se tornarem bons leitores.

Por outro lado, as ideias que fundamentam as práticas construtivistas, entende que o aluno sendo exposto a texto em geral de seu interesse, vai, espontaneamente relacionando, com base no contexto, a forma da palavra com o seu significado, portanto, lê palavras inteiras e não “pedaços das palavras”, seguindo MÉTODO GLOBAL de alfabetização.

Esse método é amplamente defendido na maioria das escolas do Brasil apesar das evidências científicas, estudos da neurociência e psicologia cognitiva já terem demonstrado sua ineficácia.

Podemos dizer, sucintamente, que na aplicação do MÉTODO GLOBAL o professor apresenta textos, do interesse do aluno, mostra figuras e a respectiva grafia. O aluno acaba decorando uma porção de palavras e sobrecarregando uma boa parte do seu cérebro que deveria estar livre para o processo de compreensão. Sem falar que ao surgir uma nova palavra o aluno não terá instrumentos para decodifica-la corretamente.

Na aplicação do MÉTODO GLOBAL, seguindo os preceitos construtivistas, o professor proporciona uma vivência aos alunos que, espontaneamente, de acordo com seus interesses, ritmo e demanda, vão construindo o conhecimento a partir da interação com os colegas e com o ambiente. Não cabe ao professor transmitir dado conhecimento, mas apenar criar condições para que o aluno construa por si seu conhecimento.

Quanto ao aluno, espera-se que ele construa seu conhecimento de forma espontânea, através do contato com o texto em geral, sem passar por atividades para treinamento de habilidades específicas.

Deste modo, ainda que por uma breve análise do MÉTODO FÔNICO e dos pressupostos construtivista sobre alfabetização corroborando o MÉTODO GLOBAL, fica evidente que os instrumentos usados nas práticas pedagógicas apoiadas nas ideias construtivistas são incompatíveis com os instrumentos pedagógicos necessários para uma adequada aplicação do MÉTODO FÔNICO, daí a incompatibilidade entre o MÉTODO FÔNICO e as práticas construtivistas.

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Obrigada pela leitura!

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